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A preocupação com doenças e o sofrimento traduz-se
em uma das maiores manifestações do homem para compreender
e utilizar a natureza. Todas as civilizações desenvolveram,
juntamente com a domesticação de animais silvestres,
o cultivo de plantas, tanto para fins alimentares como em busca
de suas qualidades terapêuticas.

- As plantas dependem de fatores como: temperatura,
localização, época de colheita, irrigação,
métodos de secagem, entre outros, para que tenham os efeitos
terapêuticos desejados
- Determinadas substâncias de origem
vegetal são venenos fulminantes, como a cicuta, a estricnina,
a ricina e a morfina
- Nem todos os produtos encontrados no mercado
e tidos como 'naturais' possuem seus componentes cientificamente
testados

- Procure conhecer os constituintes que compõem
o produto a ser usado, lendo a bula que o acompanha. A legislação
brasileira obriga todos os fabricantes a anunciarem no rótulo
a composição química do produto
- Verifique na embalagem do produto a data
de fabricação e o prazo de validade do medicamento
- Observe o registro do medicamento no Ministério
da Saúde. A embalagem deve ter uma das seguintes inscrições:
registro no DIMED ou registro no DINAL. Não compre se o produto
não possuir registro
- Solicite informações de algum
órgão de saúde para obter uma orientação
médica antes de cultivar plantas medicinais em casa ou na
comunidade. Os agrônomos, botânicos ou farmacêuticos
podem orientar no cultivo, na secagem e identificação
das espécies. Também podem ser consultadas Secretarias
e Universidades da região
- Utilize e cultive plantas conhecidas. O
extrativismo exagerado de determinadas plantas nativas, como a espinheira
santa, está contribuindo para sua extinção
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