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A população da Terra, hoje em dia em torno de
6 bilhões de pessoas, consome 7.8 toneladas de combustíveis fósseis
não-renováveis por ano, devasta 180 mil quilômetros quadrados de
florestas tropicais e bosques, e torna improdutivos 60 a 70 mil
quilômetros quadrados de terras agrícolas devido à erosão.
Os efeitos colaterais deste consumo voraz são
22.3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono lançados anualmente
na atmosfera, e buracos na camada de ozônio. Em menos de 200 anos
o planeta perdeu 6 milhões de quilômetros quadrados de floresta
e os sedimentos da erosão do solo triplicaram nas principais bacias
hidrográficas. As florestas remanescentes não podem mais absorver
o incrível aumento de dióxido de carbono.
Estes níveis de consumo e destruição não podem
ser mantidos, já que os recursos da Terra estão sendo usados mais
rápido do que podem se regenerar.
O desafio de reduzir o impacto dos seres humanos
sobre o planeta não é simples. Para muitas pessoas, alcançar o desenvolvimento
sustentável significa assegurar acesso a mais recursos, não a menos,
e em geral as soluções estão em corrigir estas desigualdades bem
como atingir uma redução global do consumo e do desperdício.
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