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O processo de Agenda 21 Local pode começar
por iniciativa tanto do poder público quanto da sociedade.
Embora em muitos casos a iniciativa de estabelecer um processo de
A21L origine-se da comunidade, o apoio da Prefeitura e da Câmara
de Vereadores é fundamental para a obtenção
dos resultados desejados. É a criação de uma
parceria efetiva entre Governo e sociedade, na qual os cidadãos
participam e colaboram, e o Governo compartilha o poder decisório
sobre o que deve ser feito.

A Comissão Pró-Agenda 21 foi criada
durante o Seminário Rio 96 realizado no Rio de Janeiro. Seus
21 membros representavam os setores que devem atuar em parceria
numa estratégia de desenvolvimento sustentável. O
objetivo da Comissão foi mobilizar a sociedade civil e os
poderes constituídos para implementar a Agenda 21 Local.
Organização voluntária, a Comissão elegeu
por missão fornecer informações sobre a Agenda
21, produzir materiais e disseminar os principais conceitos da Agenda.
Sua principal estratégia para garantir um programa de Agenda
21 Local para a cidade foi, no período eleitoral, obter o
compromisso público e formal de todos os candidatos com a
sua implementação.

A primeira coisa a ser levada em consideração
é se existe vontade política para a implantação
do projeto - o apoio e compromisso dos líderes políticos
é fundamental para assegurar recursos e garantir a implementação
das indicações. Cabe à Administração
Pública dar poder à comunidade para que esta possa
ter um papel ativo no processo de tomada de decisões sobre
questões que afetam suas vidas diárias.
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